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BRASIL, Centro-Oeste, SENADOR CANEDO, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Livros, Cinema e vídeo
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PRA SIMA!


Embora eu seja do dia 6 e considere ESTE o MEU número, há que se considerar a importância do 7:

São 7 dias da semana;

7 pecados capitais;

7 maravilhas do mundo;

7 mares da Idade Média;

7 notas musicais;

7 cores do arco-íris;

7 anões da branca de neve;

jogo dos 7 erros;

7 dias para criar o mundo;

a bela Sete Lagoas (no coração de Minas);

a bota 7 léguas (tá bom, né?);

e na 7ª empresa em que ingressei, completo HOJE, 7 anos.

ESTA FOTO tirei quando completei 1 ano, em maio de 2006. Barrigudíssima.

As 6 empresas anteriores não ofereciam plano de saúde então fui chegando e desengavetando o projeto de ter minha fiota, que nasceu 40 dias após este click.

Obrigada CELG, o maior exemplo de resiliência que já pude acompanhar, por me proporcionar esta e tantas outras alegrias.

Dentre elas: o aprendizado permanente, que me impede de estagnar.

As pessoas especialíssimas que me ofereceu como colegas e o clima corporativo mais amistoso que já tive o prazer de compartilhar.

\o/



Escrito por SIMA às 08h26
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POST de quinta

Pq isso aqui já está juntando teia de aranha...
Pq dei muita risada com a pegada da Polly, do TDUD:

Dá uma paz no coração descobrir que sem maquiagem Juliana Paes é tão bóia fria quanto a gente, né? Bota um lenço nessa cabeça e não tem quem diga que não passou o dia cortando cana.



Escrito por SIMA às 08h53
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PDV – Pondo dúvidas em você

Dias de muita agonia estes que antecederam o prazo final do PDV da CELG. Fiquei tentada e não fossem fatores externos de elevada relevância: mãe, marido e filhos, eu tinha assinado o bendito.
Meu sogro costuma dizer que não tenho um currículo, tenho uma biografia. Realmente a minha experiência profissional é extensa e gratificante. De pró-jovem na JUCEG a efetiva na CELG o caminho foi longo e proveitoso: passei pela Riachuelo, Universo, Embrapa, Prefeitura de Senador Canedo, Renauto Veículos e Grupo Imperial.
Nunca gostei de estagnação. No momento em que o trabalho deixava de me desafiar, procurava assumir novas responsabilidades e quando não era possível, buscava me recolocar. Quando prestei o concurso da CELG, havia outro processo seletivo simultâneo, da UFG, para profissionais de Secretariado Executivo. Curiosamente – e lamentavelmente – a remuneração que a CELG oferecia para nível médio superava aquela oferecida pela UFG, que exigia a graduação.  Eu estava na Renauto Veículos e passei a utilizar todo o tempo livre para estudar para o concurso. Na hora do almoço, ia para a Biblioteca e após o expediente, fazia um curso preparatório. Quando saiu o resultado e meu nome não figurava na lista, passei a direcionar minhas energias em uma nova colocação. Assim fui admitida no Grupo Imperial, de onde saí 5 meses depois em razão da segunda chamada da CELG, que me pegou totalmente de surpresa.
Empolgada com a nova empresa, a nova função, novas atividades, novos colegas e novo ambiente, fui logo percebida como um “bicho estranho”, por buscar o uso otimizado dos recursos e abominar o desperdício. Cheguei a escutar, certa vez:
_ Por que ela faz isso?
_ É que ela veio de empresa privada.
Em maio, completo (ou não) 7 anos de CELG e, felizmente, nunca abandonei os hábitos da “empresa privada”. Foram eles que me fizeram conquistar o que mais prezo: o crescimento, a evolução, o progresso. Ao menos era essa a sensação que eu tinha quando, amparada pelos benefícios da empresa, pude engravidar com tranquilidade e conforto, um projeto antigo que aguardava oportunidade. Logo em seguida veio o convite para o Vapt Vupt em Senador Canedo que além de ser perto de casa, oferecia gratificação e carga horária diferenciada, de 6h, uma oportunidade que me proporcionou, 2 anos depois, uma segunda gestação. Após 4 anos no Vapt Vupt,  a função já não me desafiava e além dos filhos já estarem crescidos, a mudança da carga horária para 8h, tornava aquela rotina bastante enfadonha e desgastante. Pouco depois recebi o convite para compor a CPL. Voltaria a Goiânia com gratificação dobrada. Eu me enxergava numa escala ascendente, embora na mesma empresa, sem mudança oficial de cargo, os novos desafios sempre traziam consigo vantagens extras. 6 meses após o retorno a Goiânia, ocorre o inesperado corte da gratificação e uma brusca ruptura dos meus conceitos. Eu não me via fora da CELG. Não me enxergava mais em outra empresa. Planejava construir uma carreira aqui, em áreas diversas, com atividades diversas, como sempre preferi. Porém, o corte da gratificação afetou algo muito mais profundo que a questão monetária. Meu conceito de escala ascendente, minha convicção de crescimento, evolução, progresso. Eu ainda tinha a opção de retorno ao Vapt Vupt, ao menos a opção de tentar, já que ninguém ocupou a vaga que deixei, mas considero isso um retrocesso. E retrocesso não me interessa. Voltei a enxergar o mercado vasto que há lá fora e cogitei retornar. Nestes quase 7 anos, foi a primeira vez. Foi muito impactante, foram dias bem difíceis, desconcertantes e desconcentrados. Mudanças de paradigma não acontecem tranquilamente. Entre o retorno ao Vapt Vupt e a acomodação, havia uma distante terceira opção: O PDV. O tremor de mãos no preenchimento é inevitável, parece uma grande renúncia, uma grande loucura, até. Depende. Há que se considerar os quase 30 anos laborais que ainda me restam e que exijo: sejam produtivos, prazerosos e desafiadores. Há que se considerar o tempo de estudo necessário às conquistas que virão. Há que se considerar a desmotivação que tomou conta de mim, levando embora a concentração e o prazer. Há que se considerar todo um mercado que aí está, ávido por valorizar aqueles que se dedicam e se comprometem. Há que se ampliar os horizontes, exercitar outras áreas do cérebro, expandir os limites, acreditar na vida, e no autor da vida. E neste tocante, há que se conscientizar que o simples preenchimento não irá colocar o ponto final definitivo. Uma análise posterior poderá vetar a solicitação se assim Ele quiser. Se, ao contrário, tudo for adiante, ainda há o agendamento e após a partida, dois anos de vínculo. Só então, o desligamento. Preparada? Não. Decidida? Menos.
AMARELEI.
Mas serviu pra ter um dia INTEIRO repleto de pessoas queridas dando conselho, torcendo, e até avacalhando, caso do Fábio, que está aí na foto comigo e achou que minha exposição de motivos se excedeu na carga dramática, ou, na linguagem popular: SENTIMENTALÓIDE. Então tá, chega de frescura e bóra voltar ao padrão de excelência profissional que me é característico. Modéstia é para os fracos! (sim, já trocaram meu micro e não, não estou grávida.)



Escrito por SIMA às 08h09
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pelos facebook da vida...



Escrito por SIMA às 17h24
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Hoje é dia...

"O álcool na vitória é merecido, na derrota é necessário" (Napoleão Bonaparte)



Escrito por SIMA às 16h20
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OLHOS NOS OLHOS

Os usuários do SUS reclamam - dicumforça - da espera pra conseguir qualquer coisa ali, seja consulta, exame ou procedimentos diversos.
Tenho um plano de saúde fenomenal mas AGARANTCHO: não é TÃO diferente assim...
Hoje por exemplo, em meio a mais uma crise de irritação nos olhos, na busca de um atendimento emergencial, dei com a cara na porta. Nas portas, várias.
Havia inclusive tentado marcar com o Dr. Flávio Paranhos, que conhecia apenas de nome, e pelos excelentes artigos e crônicas que escreve, só que dia desses, por essas coincidências da vida, descobri que uma colega era sua paciente e estava na peleja pra conseguir um retorno por não estar se adapatando aos óculos novos. Ela passou o número e quiseram marcar lá pra 2036. Não, obrigada.
_Me liga 14h que vou tentar falar com o médico e ver se ele encaixa.
OK. Mas nesse meio tempo deu aquele click: Já trocamos uns e-mails acerca de seus artigos... será que ele ainda se lembra? Será que isso poderia encurtar o caminho? Não sei, mas tentei.
Surpreendentemente, uma hora depois de clicar no botão "enviar", a secretária me liga dizendo que o doutor havia ligado pra ela entrar em contato comigo e marcar, eu e a colega, para as 13h. Ele só começa às 14h, mas chegaria antes pra nos atender. ÊXTASE TOTAL. Seria o quarto oftalmologista a me examinar, tô bem cansada dessa peregrinação, viu?
Já teve "profissional" que suspeitou de glaucoma.
Outro garantiu que não há nenhum sinal disso. E o Dr.Flávio confirmou.
Já teve "profissional" que insistia naquele exame de encostar o negocim no olho, exigindo que eu não piscasse!
Outro me apresentou o fabuloso colírio anestésico que antecede esse exame.
Dr. Flávio também usou. E usou termos como uveíte e neurite, nunca me apresentados antes. Professor, né? Ultra didático. Foi uma consulta-aula, quase uma palestra. E mesmo afirmando que engrossaria as estatísticas de colegas que dizem que não tenho nada, me tranquilizou. É coisa superficial, banal, que se rende a um bom coliriozinho. Dois, no caso.
A comparação com o SUS se estende do agendamento à lotação. QUE LUGAR CHEIO. Tanta gente esperando acabou me constrangendo de estender o papo para as obras do Woody Allen, ídolo do doutor. Acabei até assistindo algumas coisas dele movida pelo seu entusiasmo, mas enfim... não tive seu arrebatamento. Numa próxima, quem sabe?



Escrito por SIMA às 15h50
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HOMENS da minha juventude

Desde que me entendo por gente, e nem faz tanto tempo assim, sempre tive mais afinidade com homens que mulheres.
A turma aí da fota (quem mudou o sexo do retrato?) era minha galerinha do segundo grau.
Olha o sorrisão do marido aí prevendo o futuro comigo!
Faltou o Alderley caguióca Carvalho, que foi quem tirou a foto.
Estávamos agora ha pouco no face e ele disse que eu estava ali mas fugi do flash.
Eu e essa homaiada toda? O que mamãe iria pensar? Mas deu saudades, viu?
Marcelo ainda aparece vez ou outra, casou-se e está na OJC.
Chico, mago das telecomunicações, estava em Brasília na última vez que tc.
Vagner sumiu, ninguém sabe, ninguém viu.
Renato, papai de primeira viagem, cursou Geografia e dá aulas na UnB.
Alderley também fez Geografia, estava na USP e agora na UFRJ, coisa chique. Solteiro ainda.
Meu amor fez Fisioterapia e está muitíssimo bem casado, obrigada!



Escrito por SIMA às 13h42
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Eu si divirto!

Só uma pequena amostra do que rola aqui no trabalho, além de muito trabalho, é claro!
Andrea e eu, na coincidência mais temida pela mulherada: encontrar outra com o mesmo figurino. Era só providenciar o chapeuzinho, sair em busca do baile a fantasia mais próximo e arrasar como irmãs metralha. Outra situação hilária foi o encontro com o Marciano lá na churrascaria onde foi a confraternização de fim de ano. Nem fui, mas rolei de rir com a tietagem descrita em detalhes pelo Fábio, que ficou sem entender quem era o "restart da 3ª idade". Pensa!

E dia desses, na iminência da solicitação periódica de material pra turma toda - meu setor é composto por 3 departamentos e sou babá de todos eles - passei um e-mail seriíssimo pra galera, confere aí:
_ Colegas, Faremos pedido de material hoje à tarde.
Caso haja algum item que esteja necessitando, ausente em nosso estoque, gentileza informar.
Grata, Simone Assis
Recebo de volta o seguinte:
_ Eu quero 150 mil reais. Tem no estoque?
_ Pedi apenas para informar. Grata pela informação.
_ Mas os R$ 150 mil reais estão ausentes no meu estoque!!!! KKKKKK
_ Se fosse APENAS no seu, a gente dava um jeito.Garanto.
Nossas trocas de e-mail são assim: cheias de informações utilíssimas:
Mãe Neinha ensina:
Simpatia para prender a pessoa amada:
1 - Ponha 1 Kg de maconha na mochila da pessoa
2 - Chame a polícia
Como diria meu brother Marco Luque: Eu si divirto!



Escrito por SIMA às 09h49
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Na mira

Nunca botei fé naquele loirinho sem sal que tocava sanfona no grupo tradição. Aquela carinha de burguês querendo me convencer que era do sertão... sem chance! Quando resolveu seguir carreira solo meu primeiro impulso foi: "Ah, Coitado!". Mas funcionou. Funcionou no sentido de : cumpriu sua função, é pra dançar, é despretencioso, é sucesso, é comercialmente arrasador e ponto. Quanto a ser cultura, anti-cultura ou sei lá o quê francamente, viu? Revoltas e indignações calorosas como as que tenho lido aqui e ali, deveriam ser direcionadas pra coisas mais relevantes, afe! Se vc curte, vai lá: : http://www.interney.net/blogs/gravataimerengue/2012/01/03/michel_telo_representa_sim_nossa_cultura/, se não, vai lá: http://literatortura.wordpress.com/2012/01/02/a-epoca-do-bom-senso-ja-passou/. Eu - como toda população da nação - tomei um susto ao ver o cara na capa da Época. Mas a real dimensão do seu alcance eu tive quando fui conferir a fralda da criança. Meu pequeno tem dois anos e estava de pé, jogando no computador, quando fica de pé já é sinal de que a fralda está vencendo, então fui conferir: peguei na frente e
_ Nossa!
aí peguei atrás.
_ Nossa!
aí a criança logo se manifestou:
_ Assim você me mata!
Mereço?



Escrito por SIMA às 15h01
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Uma vaidade pra chamar de minha

Isso de vaidade não é pra mim.
Tenho preguiça de salão.
Tenho fome de leão.
Tenho medo de cirurgião.
Ao menos, sinto prazer na malhação.
Felizemente, ou não, Deus foi generoso.
Um colega veio falar do problema dos silicones e diante do meu desdém com o assunto saiu com a velha e desbotada "é pq vc não precisa..." PRECISAR, ninguém precisa, né? Só acho que precisa, quem passa por mastectomia. Só. O resto é vaidade excessiva, pura, simples e escancarada. I'm out. E se você não está aguaentando a fissura de me presentear, ainda que atrasado, neste natal, pode escolher aqui: http://lista.mercadolivre.com.br/Shoes-Under, aqui: http://www.departamentos.com.br/organizador-de-gavetas-bege-p-1832.html, ou aqui: http://www.livrariasaraiva.com.br/pesquisaweb/pesquisaweb.dll/pesquisa?ORDEMN2=E&ESTRUTN1=0301&PALAVRASN1=CORTELLA. Beijo, me liga!



Escrito por SIMA às 09h19
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Folga em Família OU Férias Fugazes

Nossa já tradicional fugidinha anual para o SESC de Caldas Novas teve novos contornos este ano. Temos paixão por aquele lugar por oferecer diversão, refeição, acomodação e desaceleração sem precisar pôr o pé na rua. o resultado era que a cada coisinha à toa que precisávamos adquirir "lá na cidade", tipo iogurte pras crianças, era preciso lançar mão da árdua tarefa de tirar o marido da preguiça, ops, do seu merecido ócio pra nos levar. Desta vez, porém, precisando comprar um remédio, pedi a lista telefônica na recepção na intenção de solicitar a entrega. Questionei qual era mais próxima:

_ Tem uma na próxima rua aqui, sainda pela entrada principal.

Ó que legal: Eu ia pôr o pé na rua após 5 anos! E ó que mais legal: estávamos ha 1 quadra da Avenida principal! Nem precisava incomodar marido pra levar a lugar nenhum. Santa descoberta, Batman! Liberdade, liberdade, abre as assas sobre nós! Outro grande acontecimento inédito desta vez foi a apresentação da Orquestra sertaneja Marinheiro, de Piracanjuba. Apresentação arrebatadora, emocionante, belíssima. E o contentamento latejante dos senhorzinhos com a calorosa receptividade do público? LindezadiDeus. Mamãe disse que ia casar com um deles, tamanho seu encantamento. Uma orquestra inteira de senhorzinhos, com excessão da vocalista loira e do tocador de berrante (outro Fernando, ô sina, Jisuis!) que além de jovem e muito semelhante a um certo veterinário, é locutor de rádio em Piracanjuba. Fui pesquisar (ordens maternas) e o ORKUT do rapaz estava lotado. Mas só pela visita, de cara se nota que é também locutor de rodeito, daí sua popularidade. Tentei pelo site da rádio já que mamãe faz questão da orquesta no festão de comemoração pela Mega da Virada. E é bom isso acontecer pq eu não tenho um plano B para 2012.



Escrito por SIMA às 10h17
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antiga paixão

Representante-mór da extinta raça o-genro-que-mamãe-queria, Daniel povoou meus sonhos por longo período e após a overdose na TV ontem, achou que seria digno dar as caras de novo naquele ambiente (meus sonhos, no caso). Mesmo casado, com filha pequena e outro herdeiro a caminho, as línguas ferinas continuam duvidando da masculinidade do rapaz. É o preço que se paga nessa terra de mentes tacanhas e apequenadas onde o cara TEM QUE ser pegador e divulgador da sua pegação pra não ser rotulado de garoto-maroto-travesso-no-jeito-de-amar. Liga não, meuamô! Tenho o sono super regular das 22h às 6h, VOLTE SEMPRE!



Escrito por SIMA às 08h07
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nova paixão

O mundo é bão... ou num é?



Escrito por SIMA às 07h51
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Meu Analfabeto sentimental favorito...

...foi eleito um dos homens do ano pela revista ALFA.
Se eu der uma dica de como ser engraçado e você segui-la, corre sério risco de passar longe disso. Primeiro, porque eu não entendo muito de comédia. Segundo, porque autenticidade é o primeiro segredo para qualquer tipo de arte. Se você acha que seguir uma fórmula é o caminho para ser alguma coisa, você vai acabar sendo mais um. E a comédia não precisa de mais um. Ela precisa de personalidade. Os melhores comediantes que conheci até hoje não fizeram piadas para agradar todo mundo. Eles usaram a matéria-prima da vida que conheciam, e sua visão peculiar transformou a observação em humor. O trabalho de um comediante (ou artista) genuíno não é agradar todo mundo. Esse é o trabalho de uma garota de programa.

Em contrapartida, vale passar os olhos num ensaio sobre a falta de graça dos humoristas de stand-up, de Marcelo Zorzanelli, publicado na ALFA em maio: Os jovens humoristas e a falta de compaixão. SIJOGA!



Escrito por SIMA às 08h43
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Sobre sósias e sustos

Então! Se vc também está aqui no país dos feriados, deve ter acompanhado o retorno da Giovanna Antonelli às novelas, depois de ter gêmeas. Ela está mais linda que nunca e COM QUE ALEGRIA foi recebida no meu roll de sósias após 3 comentários de que está "a minha cara". O MUNDO É BÃO! Outra que tenta, mas ainda sem "clamor" suficiente, é uma tal Diana Matheson, jogadora do Canadá, descoberta pelo DY, essa pessoinha bacana demais da conta que estava na África, agora está no Maranhão, e mesmo nessa vida cigana, arruma tempo e memória pra essas bobagens. Mandou-me até uma montagem por e-mail com fotos minhas e da moça: muito amor no coração. Outro relevantíssimo acontecido digno de registro foi o susto que a minha pequena tomou sasemana: Enquanto brincávamos de PEGA VARETA na mesa da copa, mamãe gritou lá da sala:
_ Sima! Qual é o número da Supernanny?
_ 37 e 41.
Continuei jogando, até reparar que ela havia paralisado.
_ Que foi, Luiza?
_ Pra quê a vovó vai ligar pra Supernanny?
(gargalhada interna)
_ Ué, pra ela ajudar a gente aqui a te colocar pra arrumar sua bagunça, fazer as coisas na hora que a gente pede...
_ Não, mamãe, não quero não...
_ Mas a gente não consegue as coisas com você...
_ Não precisa não, mamãe, não chama ela não.
Ri muito disso, nem sabia que ela tinha essa fobia da mulher, nunca houve essa ameaça de chamá-la. E na verdade nem precisa, a coisa lá em casa é até bastante tranquila. Mas ficou um bom tempo num comportamento excessivamente exemplar baseado na chantagem implícita:"Não vai ligar não né, mamãe?" O jeito é curtir muito essa fase, antes que chegue nessaí:



Escrito por SIMA às 09h01
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